Eliana Calmon, do CNJ, reclama da falta de união das corregedorias

Eliana Calmon, do CNJ, reclama da falta de união das corregedorias

Às vésperas do julgamento em que o Supremo Tribunal Federal (STF) vai definir a competência do CNJ para investigar juízes, a corregedora-nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon falou sobre a falta de união das corregedorias e da necessidade de se trabalhar em conjunto. “Nós temos que estar unidos para trabalhar na mesma sintonia. Temos que lembrar que somos únicos e que somos unidos, sim.”, disse a ministra.

As informações são do jornal Valor Econômico:

A corregedora-nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, reclamou da falta de união das corregedorias. Segundo ela, o país tem dezenas de corregedorias espalhadas pelos tribunais do país e é preciso uni-las em torno de objetivos comuns.

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“Pela distância e pela falta de um relacionamento mais amiúde, as corregedorias dos tribunais, que são muitas, trabalham e não têm sintonia com a Corregedoria Nacional”, disse Eliana. A avaliação foi feita, ontem, às vésperas do julgamento em que o Supremo Tribunal Federal (STF) vai definir a competência para investigar juízes. O STF terá que dizer se o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) pode iniciar as investigações contra magistrados ou se deve esperar pela atuação inicial das corregedorias dos tribunais nos Estados. O problema é que, em muitos Estados, os tribunais simplesmente não investigam os seus juízes. Questionada sobre o julgamento do STF, que deve ter início amanhã, a ministra disse que não tem expectativa. “Eu aguardo ansiosa e serenamente a decisão do STF. Eu não sei dizer qual a expectativa. Estou como os senhores, aguardando”, afirmou Eliana a jornalistas. A ministra enfatizou a necessidade de as corregedorias se aproximarem. “Hoje, a política que nós temos aqui é de união, de estarmos juntos.” Eliana ressaltou ainda que fez reuniões com os corregedores locais para fixar metas e criar uma perspectiva de atuação conjunta. “Nós temos que estar unidos para trabalhar na mesma sintonia. Temos que lembrar que somos únicos e que somos unidos, sim.”

fonte: Jornal Valor Econômico, por Juliano Basile.

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