Justiça não pode ser medida apenas em números

Conjur, por José Miguel Garcia Medina (publicado em 16.09.2013)

Continuo, no texto desta segunda-feira (16/9), a tratar do tema a que me referi na semana passada, sob outra perspectiva: que devemos fazer, para que a jurisprudência seja íntegra?

São várias as condições que devem estar presentes para que haja um ambiente propício à criação de uma jurisprudência constante. Tenho tentado, em alguns textos da coluna Processo Novo, aqui na ConJur, expor algumas delas. No texto de hoje, examinarei dois assuntos que se relacionam e dizem respeito ao papel que deve ser exercido Superior Tribunal de Justiça, no Direito brasileiro. Ao final, desejo ter demonstrado o que não se deve fazer, sob pena de se eliminar qualquer possibilidade de que haja, entre nós, uma jurisprudência íntegra. Continuar lendo