Novo CPC não deve adotar conceito sobre condições para a ação

Conjur, por José Miguel Garcia Medina

Com a proximidade da aprovação do projeto do novo Código de Processo Civil no Congresso Nacional, passaremos a veicular, nesta coluna, predominantemente textos relacionados à nova lei que se avizinha. Continuar lendo “Novo CPC não deve adotar conceito sobre condições para a ação”

O direito à igualdade como o direito à felicidade”, entrevista com Roberto Romano publicada na revista IHU On-Line

IHU On-line, por Márcia Junges e Ricardo Machado

Roberto Romano, professor de Filosofia na Universidade Estadual de Campinas, falou, em entrevista por e-mail à IHU On-Line, sobre a definição do conceito de igualdade. Continuar lendo “O direito à igualdade como o direito à felicidade”, entrevista com Roberto Romano publicada na revista IHU On-Line”

“É preciso educar os educadores. Os professores precisam sair de suas disciplinas para dialogar com outros campos de conhecimento”, diz Edgar Morin

O Globo, por Andrea Rangel.

Em entrevista para O Globo, o antropólogo, sociólogo e filósofo Edgar Morin falou sobre o modelo ocidental de ensino.  Segundo ele,  a figura do professor é determinante para a consolidação de um modelo “ideal” de educação. Continuar lendo ““É preciso educar os educadores. Os professores precisam sair de suas disciplinas para dialogar com outros campos de conhecimento”, diz Edgar Morin”

A questão da unanimidade nas decisões da Suprema Corte Norte-Americana

NY Times, por Adam Liptak

A Suprema Corte dos Estados Unidos têm emitido um número notável de decisões unânimes. Em suas declarações públicas, os juízes parecem unânimes em dizer que a unanimidade é uma coisa boa.  Continuar lendo “A questão da unanimidade nas decisões da Suprema Corte Norte-Americana”

“Estamos todos numa solidão e numa multidão ao mesmo tempo” afirma Zygmunt Bauman

OBVIOUS, por Luciana Chardelli.

Em artigo publicado na coluna Obvious, Luciana Chardelli expõe o pensamento do sociólogo polonês Zygmunt Bauman. “Os tempos atuais escorrem pelas mãos, um tempo líquido em que nada é para persistir. Não há nada tão intenso que consiga permanecer e se tornar verdadeiramente necessário. Tudo é transitório. Não há a observação pausada daquilo que experimentamos, é preciso fotografar, filmar, comentar, curtir, mostrar, comprar e comparar”, afirma o sociólogo. Continuar lendo ““Estamos todos numa solidão e numa multidão ao mesmo tempo” afirma Zygmunt Bauman”