Parte dos membros de Conselho Nacional de Justiça (CNJ) se arrependeram de assinar a nota em retaliação às declarações da corregedora-nacional de Justiça, Eliana Calmon, como informa o Jornal Folha de S. Paulo.
Como segue:
Ao menos 6 dos 15 membros do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) se arrependeram de assinar a nota em retaliação às declarações da corregedora-nacional de Justiça, Eliana Calmon, informa a coluna de Mônica Bergamo, publicada na Folha desta sexta-feira (a íntegra da coluna está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).
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Eles devem divulgar nova manifestação para esclarecer seu posicionamento.
Em recente entrevista, Calmon fez duros ataques a seus pares ao criticar a iniciativa de tentar reduzir o poder de investigação do CNJ. Segundo falou em entrevista à APJ (Associação Paulista de Jornais), o Judiciário sofre com a presença de “bandidos escondidos atrás da toga”.
A declaração causou reação no CNJ, que divulgou nota classificando as declarações de Calmon de “levianas”. A nota foi lida pelo presidente do Supremo, ministro Cezar Peluso, durante sessão do CNJ.
A corregedora tenta evitar que o Supremo restrinja a capacidade de investigação do CNJ ao julgar uma ação proposta pela AMB (Associação dos Magistrados do Brasil). O julgamento da ação, que aconteceria na última quarta-feira (28), foi adiado e os ministros da Corte buscam um acordo.
fonte: Jornal Folha de S. Paulo.


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